1575 – 1653

“…Ele [Cristo] não escolheu amá-la [Igreja] porque havia algo de atraente nela que o cativasse. Pelo contrário, o Seu amor surgiu exclusiva e inteiramente de dentro de Si. Não havia nada que a Igreja possuísse de antemão que O moveu para amá-la, nenhuma beleza, nenhuma bondade, nenhum valor; nada! Nem havia nada nela que Ele quisesse ou precisasse. Ele não tinha nenhuma esperança que ela Lhe devolvesse algo além daquilo que Ele havia dado a ela. Decerto, Ele Se deleita na justiça que a cobre como se fosse uma vestimenta gloriosa; e nas graças celestiais que a adornam como se fossem joias preciosas: mas a justiça e as graças são dEle, são os dons gratuitos com os quais Ele Se presenteia por meio de toda a glória dela.
Da mesma maneira, os maridos devem amar as suas esposas. Embora não haja nada na esposa que o mova a amá-la, exceto que ela seja sua esposa; e embora ele não espere nenhum benefício futuro dela, ele deve lhe dar o seu amor. O amor verdadeiro foco no objeto amado, e o bem que pode fazer para ela, em vez de focar no sujeito que ama (aquele que está sendo vigiado), e o bem que pode receber: pois o amor não procura os seus próprios interesses. Esse tipo de amor deve mover os maridos a fazerem tudo que estiver ao seu alcance para embelezar as suas esposas e fazê-las dignas de tal amor.”…
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William Gouge – Citado por Lou Priolo em Maridos perseguindo a excelência. Editora Nutra, 2011 – pg. 178:179.
Fonte (Facebook): Willian Porto

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  1. Que maravilha! Que maravilha! Que maravilha é termos em nosso alcance material tão rico de profundidade teológica. O Senhor seja grandemente engrandecido, hoje e sempre.

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